JazzLogical 25 de Abril de 2026


E aqueles que por obras valerosas
Se vão da lei da morte libertando

1926

Miles Davis (Irving Penn)
1926 - 1991

John Coltrane (Bettmann Archive)
1926 - 1967

Melba Liston (John Kisch)
1926 - 1999

Lou Donaldson (Francis Wolff)
1926 - 2024

Bud Shank
1926 - 2009

Randy Weston (Deborah Feingold)
1926 - 2018

Jimmy Heath (Francis Wolff)
1926 - 2020

Ray Brown
1926 - 2002

Jimmy Cleveland (Quad Wing)
1926 - 2008

Bucky Pizzarelli (Mike Orla)
1926 - 2020

Bobby Jaspar (Jean-Pierre Leloir)
1926 - 1963

 

 


II Conferência Internacional "Mulheres, Mundos do Trabalho e Cidadania - Diferentes Olhares, Outras Perspetivas"

22, 23, 24 e 25 de Outubro
Lisboa, Biblioteca de Alcântara-José Dias Coelho

A «natureza» das mulheres no Jazz
25 de Outubro, 14.00
Leonel Santos



 
 

25 de Abril de 1974, o dia em que conquistámos a liberdade, até mesmo para os que insultam a liberdade

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

O Contador de Histórias de Paulo Gil

Ao longo das páginas de O Contador de Histórias, o leitor cruza-se com as conversas, muitas delas publicadas agora pela primeira vez, entre Paulo Gil e nomes maiores como e entre tantos outros, Amália, Anoushka Shankar, Piazzolla, Haden, Elton John, Frank Kimbough, George Harrison, Ivan Lins, Freitas Branco, Julliete Gréco, Vinicious, Miles Davis, Keith Jarrett, Magikyce, Maria João, Laginha, Paul McCartney, Quincy Jones ou Robert de Niro.

“Trata-se da História, este livro é uma história das estórias do Jazz em Portugal e com um registo impressionante de 45 personagens maiores da música no mundo”, salienta Maria Barroso, da Editora Obnósis.

O livro está à venda na editora Obnósis e também através da Wook, da Fnac e da Bertrand.

 

Acaba de sair o «dicionário subjectivo» do José Navarro de Andrade, que dá pelo nome de Toque de Jazz. E é isso mesmo: um dicionário subjectivo, feito por um tipo que já ouve Jazz há cinquenta anos.    
E já o desfolhei e li as primeiras entradas: o «AABA» da estrutura clássica de uma composição Jazz; o «Anatomia de um crime» (as entradas estão em português), o clássico do Otto Preminger com banda sonora de Duke Ellington; o rei «Armstrong» e os «Automóveis», as tragédias rodoviárias do Jazz. E ainda não cheguei lá, mas já vi que o dicionário acaba com o «Ben Webster» e o «West Coast Jazz», o «Song X» de Ornette/ Metheny, a paixão de «Lester Young e Billie Holiday» e o «Zénite: 1959», o ano de todos os prodígios.
E o livro acaba com «50 álbuns essenciais» mais cinquenta, e um «Índice Cronológico».
Ainda apenas comecei, mas já confirmei: Toque de Jazz é um livro subjectivo, como não podia deixar de ser, apaixonado,
e obrigatório para os amantes do Jazz.

Toque de Jazz, José Navarro de Andrade, The Poets and Dragons Society

Se o jazz ajudou a preparar o terreno para a nossa democracia, 50 anos depois, mantem o seu papel primordial: um reduto de liberdade individual, uma música viciante, comprometida socialmente, e aberta à exploração criativa. O “jazz é cultura”, para recuperar o mote do primeiro Cascais Jazz, mas é acima de tudo democracia. Afinal, não há outra expressão artística, ao mesmo tempo, tão comprometida com a liberdade individual e com o compromisso coletivo como o jazz. Uma combinação singular e de valor inestimável. Ontem, como hoje.

Pedro Adão e Silva
(Hot News 19)

Hot News 19

O número 19 da Hot News, (revista do Hot Club de Portugal), contém um dossier comemorativo dos 50 anos da liberdade: «Jazz, Liberdade e Democracia».

Índice:
Editorial - Pedro Moreira
Uma casa para 50 anos - António Campinos Poças
João Abel Manta
A música da liberdade, ontem como hoje - Pedro Adão e Silva
Jazz, Liberdade, Democracia e Mulheres - Cristina Marvão
As portas que o Cascais Jazz abriu - José Jorge Letria
O caso Charlie Haden - Leonel Santos
Dois CD, dois olhares inquietos sobre o mundo, Charlie Haden e Carla Bley - António Branco e Leonel Santos
Entrevista a José Soares - Leonel Santos
Dia Internacional do Jazz - José Ribeiro Pinto
Às voltas com Alegria - António Campino Poças
O Gualdino e as «sessões da drogaria ideal» - António José Barros Veloso
Hot em números - António Campino Poças
Um ano fora de portas e os 100 anos do Villas - Luis G. Cunha

Capa: Django Reinhardt por João Abel Manta (1948)
(e ainda um inspirado retrato de Boris Vian do mesmo João Abel Manta)

 

Não ao Genocídio!

Holocausto nunca mais!

«todo o mundo vê os crimes de Israel»
Avi Mograbi, israelista, cineasta,
Avital Baraka, israelita, curadora de arte,
Adva Selzer, israelita, historiadora ...


 

 

Os imortais

 


 

50 anos Cascais Jazz
O Cascais Jazz n'A Capital
O Cascais Jazz no República
O Cascais Jazz de 1971 em All Jazz n.º2, 2002
O Cascais Jazz no Diário de Lisboa
 

Os CDs:

 

 

Conferência «As Mulheres e o Jazz», 7 de Dezembro 2018, ISCTE, Lisboa, Leonel Santos

Integrada na Conferência Internacional
«Mulheres, Mundos do Trabalho e Cidadania – Diferentes Olhares, Outras Perspetivas»,
ISCTE 6 e 7 de Dezembro 2018

 

 

 

O gato escarninho

 

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jazzlogical@gmail.com